Liderança situacional
Adaptar o estilo de gestão à maturidade de cada liderado: delegar para quem pode, apoiar quem precisa e direcionar quem está perdido.
Programa presencial e in company desenhado com e para os seus líderes, usando os desafios reais do time como matéria-prima. Liderança se aprende fazendo, com quem entende o seu contexto.
O Rising Leaders é o programa de desenvolvimento de liderança da Rising Capital Humano. Acontece de forma presencial, dentro da empresa, com grupos de 8 a 20 líderes, e começa por um diagnóstico. Nenhum conteúdo é preparado antes de entendermos quem são os líderes e o que eles precisam.
Chegou à liderança por ser o melhor técnico, mas ninguém o preparou para dar feedback, cobrar resultados ou motivar quem pensa diferente. É o perfil que mais se perde na transição e o que mais evolui com o programa certo.
Já conhece o time, mas chegou a um teto. Evita conversas difíceis, lida mal com conflitos ou centraliza tudo. Precisa de um programa que desafie hábitos, não que confirme o que já sabe.
Diretores e VPs que influenciam a cultura de liderança da empresa inteira. Uma mudança de comportamento nesse nível tem efeito multiplicador.
A maioria dos gestores chega à liderança pelo caminho mais comum: foram os melhores técnicos e viraram líderes. Mas ninguém os ensinou a dar feedback difícil, lidar com conflito, engajar quem está desmotivado ou decidir sob pressão.
O resultado aparece nos números: turnover alto, clima ruim e times entregando abaixo do potencial. Na maioria das vezes, a causa não está na estratégia. Está na liderança do dia a dia.
da variação no engajamento de um time está ligada ao gestor imediato.
Fonte: Gallup, State of the American ManagerO Rising Leaders começa onde a maioria dos treinamentos termina: entendendo a realidade. Antes de qualquer conteúdo, mergulhamos no contexto da empresa, nos desafios, nos perfis e no que a liderança precisa fazer diferente.
A partir disso, desenhamos um programa que usa situações reais do time. Os participantes saem com ferramentas para aplicar no dia seguinte, não com anotações que ficam no caderno.
Liderança não é cargo. É o que você faz quando ninguém está olhando.

Cada programa combina os módulos que o diagnóstico mostrar como prioridade.
Adaptar o estilo de gestão à maturidade de cada liderado: delegar para quem pode, apoiar quem precisa e direcionar quem está perdido.
Dar feedback que gera mudança, não só desconforto. Comunicação clara e direta, que preserva o relacionamento sem abrir mão da verdade.
Transformar tensões em conversas produtivas. Quem evita conflito só adia o problema. Quem aprende a conduzir constrói times mais seguros.
Entender o que move cada pessoa e criar condições para o time entregar o melhor, sem pressão constante ou controle excessivo.
Liderar com consciência de si. Reconhecer gatilhos, regular reações e criar um ambiente em que as pessoas se sintam seguras para ser honestas.
Estruturar o raciocínio para decidir melhor sob pressão, com informação incompleta e diante de perspectivas diferentes.
Nenhum módulo é definido antes de entendermos os líderes, a cultura e os desafios da empresa. O programa nasce do diagnóstico.
O aprendizado acontece dentro da empresa, com líderes do mesmo time e situações que eles reconhecem como suas.
Cada encontro termina com um plano de ação. Os participantes saem com algo para fazer diferente na semana seguinte.
Quem facilita o programa já liderou, já errou e já reconstruiu times. É parceiro de desenvolvimento, não palestrante.
A diferença desse programa é que eles chegaram sabendo o que estava acontecendo de verdade aqui dentro. As situações que trabalhamos eram exatamente as que a gente vivia, não casos hipotéticos de livro. Minha equipe percebeu a mudança antes de eu falar qualquer coisa.Gerente de OperaçõesEmpresa de médio porte, setor industrial, São Paulo
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Pode, e essa escolha é discutida no diagnóstico. Turmas mistas criam uma linguagem comum entre níveis de liderança. Turmas segmentadas permitem aprofundar os desafios de cada estágio. O formato ideal depende dos objetivos da empresa e do perfil dos participantes.
O formato presencial in company funciona melhor com grupos de 8 a 20 participantes. Esse tamanho garante profundidade nas dinâmicas e espaço para cada líder. Empresas com grupos maiores podem dividir as turmas por área ou nível, o que costuma melhorar os resultados.
Sempre. O RH ou DHO é coautor do programa, não apenas contratante. Participa do diagnóstico, valida o desenho e recebe a devolutiva completa com o plano de desenvolvimento individual e coletivo. O objetivo é fortalecer a estratégia de pessoas da empresa, não substituir o papel do RH.
Sim. Todos os participantes recebem certificado de conclusão da Rising Capital Humano, com carga horária e módulos desenvolvidos, útil para registro no PDI e nas políticas de desenvolvimento da empresa.
Sim, e ele é parte essencial do processo. Depois do contato inicial, fazemos uma conversa com o RH e, se for o caso, com o CEO para entender o contexto. Com base nisso, apresentamos uma proposta com formato, módulos e cronograma. Nenhum programa é igual ao anterior.
Conte o contexto do time e o desafio da liderança. Um especialista retorna para marcar a conversa de diagnóstico.
